sábado, 26 de janeiro de 2013

2013 - Saía da Zona de Conforto! 23ºJaneiro


Tenho percebido com os comentários de muitas de vocês, que a dificuldade maior para sair da casinha é lidar com gente e com si própria. É muito mais cômodo se afastar de alguém que fez algo que você não gostou do que resolver a situação, é mais cômodo você dizer para si mesma que você é assim ou é assado ou que você não é nada, do que tentar fazer diferente... por quê que muitas de nós somos assim?

Para sair da casinha, sair do mudinho, sair da zona de conforto é preciso entender (entrar na cabeça!), que NINGUÉM é perfeito!  Assim, como muitas pessoas decepcionaram você e ainda vão, imagine quantas pessoas que você já decepcionou e que ainda vai decepcionar?

E a outra coisa é o EU, pra quê querer ser tão perfeita, querer fazer coisas além da sua idade, além da suas forças, além do tempo de Deus? Pra quê querer se preocupar tanto para impressionar as pessoas que estão ao seu redor, qual tem sido a sua real intenção com tudo isso? O que tem prevalecido em sua vida, Sua vontade ou sua razão?

Lidar com pessoas não é uma tarefa fácil, mas uma vez você aprendendo (esse aprendizado nunca termina), as coisas começam a ficar mais simples e você consegue amar as pessoas, mesmo elas tendo muitos defeitos. Eu costumo pensar que quando você se vê com os olhos de amor para você mesma, você consegue ver as pessoas da mesma forma. Quando você olha com o olhar de crítica para você mesma, você olha para os demais também... é um reflexo.

O mandamento para Sábado e Domingo será sobre isso... sabe aquela pessoa que você não tem paciência? Aquela que você vive criticando? Aquela que você despreza? Dê a sua atenção para ela, sacrifique sua vontade, tire os olhos e as palavras de perfeição e coloque os de misericórdia... imagine se Deus não fosse misericordioso, onde estaríamos?

Medite! Quando você deixar de julgar, de cobrar perfeição da sua pessoa e dos demais, você começa notar as qualidades linda que as pessoas e você tem.... e as imperfeições? São tão insignificante que são deixadas lá na casinha solitária que um dia você morava.