sábado, 12 de junho de 2010

Um detalhezinho que aprendi no Sisterhood

A origem da Saia

Desde o princípio da história, a saia vem sendo usada pela humanidade devido ao seu modelo simples e, sua grande utilidade. Tudo nela é variável, desde o comprimento ao material utilizado na sua confecção, dos adornos utilizados em sua decoração até sua forma. No século XI que, em contato com a cultura oriental através (principalmente) das cruzadas, as roupas mudaram de maneira mais relevante. Além de trazerem para casa tecidos orientas, os quais eram muito mais refinados, os cruzados também trouxeram novos cortes, peças de roupa e “tecnologias”, como o botão. Se deparando com tantas novidades e histórias maravilhosas, as mulheres ocidentais começaram a mudar seu visual. As roupas se tornaram, paulatinamente, mais ajustadas no busto graças ao abotoamento lateral, as mangas se tornaram amplas no punho e muito compridas.

Maria de Medici, rainha da França (pintura de 1593)


Saia do século XIX


A prosperidade de da década de 1850 foi marcada pelo aumento exagerado das saias, que na primeira metade de década era obtido pelo uso de mais e mais anáguas, mas na segunda elas foram substituídas pela creolina de armação. Esta fabulosa invenção consistia de uma saia com vários arames costurados, os quais davam a forma desejada à saia superior.
O suave balançar da saia produzido pelo andar da dama graciosidade.




Ladies (1920 a 1939)

Na década de 1920, após passar por uma guerra, as mulheres queriam estar na moda sem ter seus movimentos tão privados pelas roupas. Foi neste contexto que surgiu Gabrielle Chanel, mais conhecida como Coco Chanel, a qual pregava a funcionalidade das roupas acima de tudo. Por isto, nesta década, as saias encurtaram de maneira nunca vista antes nas mulheres e o modelo mais utilizado era o reto. As calças também começara a serem usadas pelo sexo feminino aqui, porém de maneira que ainda não punha a soberania as saias em perigo. Após a crise de 1929, um desejo crescente de glamour e ostentação se instalou no subconsciente coletivo. O resultado disto foi uma moda cheia de cetim, veludo, jóias, peles e chapéus maravilhosos na década de 1930. As saias nesta época eram amplas e suntuosas ou no modelo lápis, mas todas compridas. Havia este consenso de romantismo no ar, mas rompe a Segunda Grande Guerra e impede este plano.
Modelo em 1920


Anos da Rebeldia (1960)


Os anos 50 chegaram ao fim com uma geração de jovens, filhos do chamado "baby boom", que vivia no auge da prosperidade financeira, em um clima de euforia consumista gerada nos anos do pós-guerra nos EUA. A nova década que começava já prometia grandes mudanças no comportamento, iniciada com o sucesso do rock and roll e o rebolado frenético de Elvis Presley, seu maior símbolo.

As moças bem comportadas já começavam a abandonar as saias rodadas e atacavam de calças cigarette, num prenúncio de liberdade.

A transformação da moda iria ser radical. Era o fim da moda única, que passou a ter várias propostas e a forma de se vestir se tornava cada vez mais ligada ao comportamento. As empresas criaram produtos específicos para os jovens, que, pela primeira vez, tiveram sua própria moda, não mais derivada dos mais velhos. Aliás, a moda era não seguir a moda, o que representava claramente um sinal de liberdade, o grande desejo da juventude da época.


O contraponto do visual rebelde


O unissex ganhou força com os jeans e as camisas sem gola. Pela primeira vez, a mulher ousava se vestir com roupas tradicionalmente masculinas. O tradicionalismo, antes instaurado pela antiga sociedade do pós-guerra, converte-se numa crescente modernidade nesse período. Dessa forma, a juventude passa a fazer parte de uma relativa massificação, mas não sem buscar sua própria identidade.

Ora, a indústria do jeans passava a crescer. Nesse sentido, a juventude se via massificada mesmo, num primeiro momento. Todos usariam um mesmo estilo de roupa. Porém, é justamente através dessa massificação que se realizará a principal mudança destes jovens. Assim, é a partir desse momento de massificação que o ideário rebelde passa a ser construído. A busca é pela identidade que se pode criar através dessa massificação. A moda começa a ser construída, nesse ponto, como representação individual do jovem rebelde.


Porque o uso da saia, ao participar do Sisterhood?

Não somos proibidas de usar calças…. Mas, a importância de usar uma saia, de está arrumadas, tem o seu significado. Por exemplo: Muitas vezes encontramos pessoas que fazem o tipo esportiva, adoram um tênis, uma calça jeans (pois é confortável), ela se acostuma se vestir assim, porque ela se sente a vontade. Outro exemplo: Quando usamos um sapato baixo ou tênis, o nosso andar é diferente (relaxado), mas, quando usamos um sapato alto, a preocupação já é mais (desconfortado), mas é importante... porque temos um andar feminino, os nossos pés se tornam mais gracioso, aliamos a nossa postura, se sentimos mais seguras.

É a mesma coisa com a respeito da saias e vestidos. Você já prestou atenção, que as mulheres que trabalham em lugares onde se exija a formalidade e o uso de roupas femininas sociais? Pois é, as saias e vestidos é uma ótima opção na hora de se vestir socialmente. As saias e vestidos são peças fina e de boa presença, traz “seriedade” e “
“decência” a qualquer lugar onde a mulher vá usando este tipo de roupa.

Tanto é que a roupa social é a roupa tanto de advogados e advogadas, executivos, órgãos mais sérios como fórum, e é claro, usada também por mulheres de Deus.

Não que seja ruim usar calça... mas a mulher deve apreciar algo que só ela pode usar... homem nenhum pode... além de ser muito mais discreto e elegante....
Quando vamos assistir uma reunião na igreja, a forma que você se veste pra ir, é a forma que você se apresenta pra Deus. Se você vai com uma roupa confortável tipo calça jeans, moletom, tênis e etc, é o relaxo que você está apresentando diante de Deus... agora quando você vai arrumada com uma saia ou vestido, um sapato mais alto, muitas das vezes, no inicio que você começa a usar, se você não está acostumada, é claro que será um sacrifício. Mas, você se sente segura e bonita de você mesma, você anda alinhada e feminina, oferecendo o seu melhor pra Deus.

Se você quer ser Deus e diferente, isso tem que está visível através da forma que você se apresenta. Isso é um detalhe que faz a diferença.